Virgem: Terra, minha mãe, vesti-me de luz!

 

virgem astrologia arcano"O indivíduo deve ter ido além do estado de subjetividade do ego para "ver" e discriminar verdadeira e objetivamente. Ele deve ter aprendido o desprendimento; e esta é uma lição que ninguém pode aprender sem a "crucifixão" da vida emocional centrada no ego" D. Rudyhare, Mandala Astrológica.

No movimento energético de Virgem existe uma dor, a dor da matéria, do Latim Mater, de se converter ao “Divino generoso”, essência da nossa real força expressa em maneira poderosa no signo de Leão. Uma conversão de rota arquetípica é preparada em Virgem; de um movimento interior, para dentro, individual, através uma força alquímica material, é efetuada uma conversão de rota: o encontro do outro. 

Toda a força do arquétipo coletivo Libriano já está presente em Virgem. Por isso a dor do espanto por tanta detalhada responsabilidade. Se ver generoso e gratuito a partir da força centrípeta da matéria. Transmutar a energia fixa Leonina egoica, em uma energia cardeal coletiva, Libriana, essa é a terra dolorosa e solidária, que se dispõe a aprender a transmutar a energia Fixa, egóica e subjetiva, em energia perfeita, divina, verdadeira e objetiva, capaz de enxergar o Outro.

Existe o TEMPO nos signos de terra, assim como existe um espaço. Em Virgem, esse tempo-espaço é o lugar da dor da vida que se aparta, no próprio silencioso movimento da perfeição, para se despir de tudo que se prendeu, grudou, á pureza do ego, no movimento fixo da energia leonina e, assim, se revelar vestida da própria verdade e então, generosidade para ir ao encontro do OESTE, o seu novo LESTE.

"Entre totalmente no equilíbrio do seu corpo/mente na sua vida pessoal e Deus estará esperando do outro lado." D Rudyhare

Por isso se representa Virgem como o arquétipo da grande Mãe, que com perfeição tece o nosso “corpo novo”, solidária e devota ao Poder da Mente, que é a alma do nosso ser humano.

Um trabalho meticuloso e detalhado, onde é traçado o caminho para a consciência; caminho iniciático ao novo Arquétipo, o do AMOR AO OUTRO.

A grande Mãe Virgem veste o corpo recém nascido das águas mornas de Caranguejo e do Fogo criativo de Leão. Uma veste deslumbrante, ela nos prepara, como um legado divino, para um corpo com uma consciência divina. Em Virgem como no arquétipo da mãe, não tem atitude alguma senão acolher e nutrir, na maneira mais completa, o Ser que vem a ser. Aqui de novo, a necessidade do tempo-espaço, aquele processo atento e cuidadoso do virginiano, concentrado nos próprios sentidos, para transcender o finito e deslumbrar a perfeição Pisciana. Tudo isso no pequeno limite do próprio corpo-matéria-mater.

 

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