Aprendendo a ser eu mesma

seja voce mesmoEu precisei me perder para saber quem eu sou. Há alguns anos atrás, eu não sabia mais quem eu era. Eu me escondia em um trabalho, em posições sociais e não era feliz. Em uma noite, trocando minha filha de um ano e pressentindo que uma grande mudança (real e prática) estava para acontecer, eu pedi. Pedi para que a mudança viesse completa.

 

Ainda bem que não pedi para quebrar tudo. Acredito que intuitivamente eu já sabia o que quebrar, mas não tinha esta clareza. Na verdade, nunca teremos. Somos limitados. Nosso papel é ouvir e seguir esta inteligência superior, sem questionar.Foram anos de perdas, quebras, realidades vindo por terra, mas por outro lado, novas redescobertas, novas conexões, deixando vir a tona este Ser. Ele ainda está vindo, o processo é contínuo, não pára. A ilusão de algo finito é tão ingênua, que chega a ser ridícula. Como parar um fluxo? Siga-o, deixe-se ser levado... conscientemente. E aproveite.Recentemente vi um vídeo (link) em que a cantora Lauryn Hill trouxe uma outra perspectiva a cerca dos desafios da vida. Ela os chamou de momentos de aprendizado e maestria. E que o fluxo não pára. Parar é ficar preso. E ficar em uma zona de conforto. E isso me faz lembrar algo que ouvi em meu primeiro estágio “se vira, você não é caixote.” Ainda bem!

 

Hoje, após uma semana me organizando, ouvindo e recordando várias vivências, que passei nos últimos anos, cheguei a conclusão que o caminho é SER, realmente e verdadeiramente, quem você é. E hoje me peguei falando para uma pessoa que é um sofrimento a gente ser quem não somos. Finalmente, percebi que meu propósito é ser quem eu sou e facilitar para que outras pessoas também se descubram e sejam quem elas são. Assim simples. Como? Começa por mim... aprendendo a ser eu mesma!

 

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